A atividade, Concurso Dia dos Namorados, em parceira com os Departamentos de Línguas e Expressões, foi um sucesso como podemos documentar pelas fotos abaixo inseridas.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Exposição de Relógios
Temporariamente a BE foi palco de uma exposição de relógios, construídos e ilustrados pelos alunos do 3º Ciclo, sob a orientação da docente Ana Margarida Nunes, na disciplina de Educação Tecnológica.
Clube de Proteção Civil
O espaço da BE foi escolhido para a sessão dinamizada pelo Clube de Proteção Civil, destinada aos delegados de turma, como formação para o simulacro de sismo e incêndio, que teve lugar na nossa escola, com especial divulgação nos meios de comunicação social.
A formação dada aos delegados de turma teve como objetivo a divulgação das aprendizagens adquiridas junto dos restantes colegas da turma.
Esta atividade está inserida no projeto Despartar Para Um Acordar Seguro.
Esta atividade está inserida no projeto Despartar Para Um Acordar Seguro.
Faça lá um poema
Mais uma vez participámos no concurso da iniciativa do PNL "Faça lá um poema", de acordo com as recomendações do mesmo, selecionámos, de entre os muitos poemas recebidos na BE e que estiveram em exposição, um poema do 2º Ciclo e outro do 3º Ciclo, conforme as recomendações relativas ao referido concurso.
A Magia de uma Folha
Olho para ti imensa
Uma simples folha
De papel fino e branco
Tema à minha escolha
O vazio assusta-me devagar
Vários pensamentos surgem
Nada parece rimar
Que as ideias não murchem
Posso tanta coisa escrever
Criar, desenhar e imaginar
Viajar pelo mundo e viver
Palavras bonitas de encontrar
As tuas linhas vou preenchendo
Escrevendo estes meus pensamentos
Mesmo certezas não tendo
As palavras enchem momentos
Tu folha… és feita de magia
Podes ser um belo poema
Podes ser uma notícia
Podes ser cartaz de cinema
Podes ser um ditado
Uma prova de avaliação
Um importante recado
Um boletim de informação
Podes ser uma carta de amor
Bem sei, parece já não se usar
No mural do Facebook vou pôr
Ou uma mensagem SMS enviar
Mas mágica continuas a ser
Às palavras dás vida
Dás alegria a quem ler
Estas letras de seguida
Uso-te para um poema escrever
Num concurso vou participar
Espero o júri convencer
Contigo quero brilhar Hugo Miguel R.H. Moreira Grilo
5ºB nº 11
Para o amor da minha vida
Teus olhos belos
São como o mar
Azuis, azuis
Que me fazem delirar
Gostava de passar
Umas horas contigo
Para te ensinar
Umas aulas de carinho
Quando estou contigo
Até parece que estou na lua
E é daqui de cima que vejo
Como o meu amor flutua
Mulher da minha vida
Alegria do meu viver
Amo-te loucamente
Hei-de amar-te até morrer
Eu sou louco por ti
Eu sou apaixonado por ti
Eu sou aquele
Que te amarei até ao fim
Eu quero-te hoje
Eu quero-te amanhã
Eu quero-te agora
Pois sem ti não há amanhã
O teu cabelo é castanho
Os teus olhos são azuis
O teu corpo é púrpura
E tu és os meus rubis
Eu amo-te
E esperava não chegar a este momento
Vou ter de partir
E agora vai começar o meu sofrimento
Tiago Fonseca nº 27 7ºC
Fotos da Exposição
sábado, 3 de março de 2012
Clube de Poesia
Deixa os teus poemas na caixa, gentilmente decorada pela colaboradora da biblioteca escolar, dona Ema Ribeiro, do Clube da Poesia. Depois eles aparecerão publicados neste bolg. Participa!
Poema do mês de fevereiro:
O TEU RISO
Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.
Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.
A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.
Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.
À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera, amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.
Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.
Pablo Neruda
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